Esse é o sentimento do torcedor Chapecoense após o jogo de ontem, contra o Brusque. Além de apresentar uma boa evolução tática e técnica, o grupo de Dal Pozzo mostrou que se o ataque não resolve há o elemente surpresa: a defesa.
Fabiano já é ídolo da Chape, desde 2012, afinal de contas quem não se lembra do catarinense daquele ano, no qual a Chapecoense ficou durante 8 rodadas sem perder (se não me engano) e com Fabiano como artilheiro do time com 6 gols ao lado de Eliomar.
As vezes dá a impressão de que o Fabiano é atacante de ofício, pois dá umas arrancadas a mil por hora e vai pra cima sem medo de ser feliz.
Mas voltando ao jogo de ontem, após tabelar bonito com Roni e receber uma bola rolada para um chute de primeira (a la Carlos Alberto Torres na Copa de 70), a bola ainda tocou no pé da trave e foi morrer no fundo do gol. Aos espectadores da grade parecia que o gol havia sido feito de bico, mas foi bem batido com o peito do pé.
A Chapecoense tocava bem bola, mas faltava a chegada ao gol, a invasão da área, o drible certeiro para cima da defesa e o arremate final. E em mais uma jogada de extrema competência, eis que surge Fabiano na entrada da área e emenda um chute forte em direção ao gol do Brusque. Um chute de entortar a trave, mas a bola desviou e saiu pelo outro lado.
No segundo tempo um toque de bola cadenciado, boas oportunidades com Régis, porém sem muita efetividade. Então eis que Roni correu para perto da área e foi derrubado, falta gritou o seu juiz. Então nos preparativos para o chute, lá foi Fabiano, tomou distância e meteu um chutasso, rasteiro no canto esquerdo de Wanderson. O goleiro ainda tocou na bola, mas já era tarde.
O Brusque assustava em algumas chegadas, porém Danilo estava muito bem no gol e a defesa também se mantinha bem postada, aparando todos os ataques possíveis.
Falem o que quiser do Roni, mas a tabela com Fabiano e a falta sofrida que resultou no segundo gol tiveram a sua contribuição. O que ele precisa adquirir é confiança, ir pra cima da defesa, invadir a área e chutar.
Foi uma vitória do coletivo, uma vitória para consolidar o esquema de jogo e fazer esse grupo ter a marca de Dal Pozzo.
É obrigação vencer o hexagonal e conquistar a vaga à Copa do Brasil 2015. É hora de fazer experiências para chegar as demais competições com o time bem afinado.
As obras do Índio Condá deixarão o estádio com uma cara de caldeirão, mas a torcida precisa entender isso e jogar junto. Ontem vimos um estádio calado, com uma grande maioria reclamando dos jogadores e poucos conseguindo incentivar o time de verdade.
Será preciso mudar isso até o início do Brasileirão. Não se pode admitir um estádio sem voz, sem canto, sem aplausos. O Índio Condá que eu conheci sempre foi temido pela sua força, mas essa força está faltando. Não importa a competição, a torcida tem que cantar, gritar aplaudir e incentivar a Chapecoense para cima do adversário.
O primeiro passo para não termos sucesso em alguma competição é a torcida não acreditar no potencial que ela tem para decidir um jogo, intimidar um adversário e empurrar um time para a vitória.
Foto: Montagem sobre foto de Diego Carvalho - Aguante/Chapecoense
Fabiano já é ídolo da Chape, desde 2012, afinal de contas quem não se lembra do catarinense daquele ano, no qual a Chapecoense ficou durante 8 rodadas sem perder (se não me engano) e com Fabiano como artilheiro do time com 6 gols ao lado de Eliomar.
As vezes dá a impressão de que o Fabiano é atacante de ofício, pois dá umas arrancadas a mil por hora e vai pra cima sem medo de ser feliz.
Mas voltando ao jogo de ontem, após tabelar bonito com Roni e receber uma bola rolada para um chute de primeira (a la Carlos Alberto Torres na Copa de 70), a bola ainda tocou no pé da trave e foi morrer no fundo do gol. Aos espectadores da grade parecia que o gol havia sido feito de bico, mas foi bem batido com o peito do pé.
A Chapecoense tocava bem bola, mas faltava a chegada ao gol, a invasão da área, o drible certeiro para cima da defesa e o arremate final. E em mais uma jogada de extrema competência, eis que surge Fabiano na entrada da área e emenda um chute forte em direção ao gol do Brusque. Um chute de entortar a trave, mas a bola desviou e saiu pelo outro lado.
No segundo tempo um toque de bola cadenciado, boas oportunidades com Régis, porém sem muita efetividade. Então eis que Roni correu para perto da área e foi derrubado, falta gritou o seu juiz. Então nos preparativos para o chute, lá foi Fabiano, tomou distância e meteu um chutasso, rasteiro no canto esquerdo de Wanderson. O goleiro ainda tocou na bola, mas já era tarde.
O Brusque assustava em algumas chegadas, porém Danilo estava muito bem no gol e a defesa também se mantinha bem postada, aparando todos os ataques possíveis.
Falem o que quiser do Roni, mas a tabela com Fabiano e a falta sofrida que resultou no segundo gol tiveram a sua contribuição. O que ele precisa adquirir é confiança, ir pra cima da defesa, invadir a área e chutar.
Foi uma vitória do coletivo, uma vitória para consolidar o esquema de jogo e fazer esse grupo ter a marca de Dal Pozzo.
É obrigação vencer o hexagonal e conquistar a vaga à Copa do Brasil 2015. É hora de fazer experiências para chegar as demais competições com o time bem afinado.
As obras do Índio Condá deixarão o estádio com uma cara de caldeirão, mas a torcida precisa entender isso e jogar junto. Ontem vimos um estádio calado, com uma grande maioria reclamando dos jogadores e poucos conseguindo incentivar o time de verdade.
Será preciso mudar isso até o início do Brasileirão. Não se pode admitir um estádio sem voz, sem canto, sem aplausos. O Índio Condá que eu conheci sempre foi temido pela sua força, mas essa força está faltando. Não importa a competição, a torcida tem que cantar, gritar aplaudir e incentivar a Chapecoense para cima do adversário.
O primeiro passo para não termos sucesso em alguma competição é a torcida não acreditar no potencial que ela tem para decidir um jogo, intimidar um adversário e empurrar um time para a vitória.
Foto: Montagem sobre foto de Diego Carvalho - Aguante/Chapecoense

comentar com Facebook