Pelas circunstâncias do jogo o resultado mais justo seria um empate, não pelo fato de termos sofrido o gol no começo do jogo (de novo), mas sim pelo jogo aberto de ambas as equipes.
O nosso maior mal está sendo a "síndrome" de tomar gol no início da partida, principalmente em jogos fora de casa e nos primeiros 15 minutos os quais geralmente são de pressão da equipe da casa.
Na minha opinião o gol sofrido poderia ter sido evitado, já que o Barcos estava marcado pelo Rafael Lima e era óbvio que tentaria um pivô, dessa forma faltou atenção para os dois jogadores do Grêmio que estavam chegando junto.
Após o gol a equipe do Grêmio passou o ferrolho na defesa, ao melhor estilo Felipão e passou a utilizar os contra ataques que para nossa alegria não resultaram em nada, demonstrando que atacar continua não sendo o forte das equipes comandadas por Felipão.
Jorginho foi ousado na escalação espelhando o esquema de jogo do Grêmio, mesmo correndo riscos, procurando ter posse de bola (o que de fato tivemos) e trabalhar a mesma para chegar ao gol adversário. O que faltou foi algum dos atacantes utilizarem da individualidade, sem medo, invadindo a área para tentar perfurar a defesa gremista.
Mas o campeonato não nos dá tempo para lamurias e agora temos dois jogos em casa com a obrigação de conquistar 6 preciosos pontos que nos permitam permanecer na Série A.
Apesar de termos perdido a partida, valeu a pena ver o Camilo entortando o Pará com uma caneta e dando um chapéu de presente para Felipe Bastos.
P.S.: Parabéns aos torcedores da Chape que foram até Porto Alegre para torcer pela Chape de fato e não pelo time adversário.
Que o Espírito de Condá esteja conosco!
Foto: Getty Imagens
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Alma Chapecoense
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