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| Neymar em seu último momento no gramado (Foto: Página oficial da Fifa) |
Com certeza será duro demais não ter a presença de Neymar na caminhada do Brasil rumo ao hexa. O mesmo não jogou o que pode nesta Copa das Copas, mas foi o bastante para não limitar o setor ofensivo da seleção brasileira.
Sem o craque do time, o Brasil sofrerá muito com o que tem à disposição no elenco. Com os titulares Hulk e Fred em péssima fase, teremos a alegria nas pernas™ Bernard e Willian; além do medíocre Jô – que não serve para nada.
A melhor opção para o atual momento tático da seleção seria a entrada de Willian, assim preenchendo o meio-campo e tendo alguém que possa servir os atletas de frente – já que Oscar se preocupa mais em marcar do que atacar – seguindo as ordens de Felipão.
Além de Neymar, o zagueiro Thiago Silva não enfrentará a Alemanha por estar suspenso; Dante assume a vaga. Sem estes citados, Brasil atuará assim: Júlio César; Maicon, Dante, David Luiz (c) e Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho, Oscar, Willian e Hulk; Fred.
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| Momento em que Zuñiga dá o golpe (Foto: Divulgação) |
Doeu muito o que já estava doendo pouco
É cabível uma punição. Não foi uma entrada normal, mas também não anormal. O fato é que nos acostumamos com jogadas do gênero, principalmente quando não leva a uma fratura como aconteceu com Neymar.
Sempre foi avisado, alertado, ou que seja, sobre as chegadas mais fortes dos jogadores adversários em nosso camisa 10. É algo para ser observado de perto, acompanhado com atenção e designado de forma correta e justa.
O espanhol que apitou a partida tinha peito, mas não tinha visão. Por muitas vezes no confronto, pegaram Neymar e outros fora do lance. Nada marcado, nada avisado. Os gritos mais altos foram de James Rodríguez e Cuadrado que, em partes, fizeram o trabalho do árbitro.
A tão adorada seleção colombiana virou vilã, e não foi apenas pela agressividade de Zuñiga. Além de não jogarem bola, o grito e choro levaram a partida para o sucesso brasileiro e a vergonha de volta para a Colômbia.
Enfim, Zuñiga foi maldoso e acabou com o brilho nos olhos de uma nação. Aconteceu, doeu e foi com o nosso menino – que caiu diante de seu apelido para o juiz da partida. Agora podemos chorar, e muito.
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Sem clima para escrever, mas confiante para torcer. Mais um adversário difícil, mais uma etapa a ser quebrada nessa caminhada. Pra cima deles, Brasil!
A ousadia&alegria não acabou, apenas deu um tempo: #ForçaNeymar


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