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| "Cala a boca Magda!" |
E no dia seguinte após um jogo da Chape, louvamos aquele que veio ao mundo para nos salvar: Régis.
Em dois lances perfeitos não tomou conhecimento do mito Rodolpho e teve a tranquilidade para tirar do goleiro e estufar os cordéis da cidadela adversária.
No primeiro lance dançou uma rumba em frente a defesa marcilista e quando esta já estava atordoada pelo requebrado infernal deste moleque, chutou para o fundo do gol.
No primeiro lance dançou uma rumba em frente a defesa marcilista e quando esta já estava atordoada pelo requebrado infernal deste moleque, chutou para o fundo do gol.
No segundo lance, em uma bola rebatida da defesa para o ataque por Rafael Lima, o intrépido Régis perseguiu a bola no campo adversário e partiu para cima do goleiro Rodolpho, que nada pode fazer para impedir o segundo gol de Nossa Associação.
Na comemoração dos gols, Régis posicionou seu dedo indicador sobre a boca em uma apologia aos críticos ferrenhos desta cidade. Se foi direcionada a um torcedor específico, a todos os torcedores ou a imprensa ninguém sabe. O fato é que Régis deu um nó na língua dos narradores e comentaristas esportivos de Chapecó, os quais afirmaram com veemência que tal gesto foi diretamente para eles e desta forma vestiram a carapuça da verdade.
Ainda sobre o time, a atuação dos jogadores foi boa no primeiro tempo. Tudo bem que o Marcílio Dias não é nenhuma Croácia da vida, mas deu seus pulinhos em campo. Já pelos lados do nosso ataque ainda sentimos a falta de um atacante de ofício, que tenha calma, frieza e principalmente habilidade para entrar na área e conseguir alvejar a meta adversária.
A defesa ainda continua batendo cabeça, tanto é que o gol do Marcílio saiu em uma dessas bolas malucas que ficam pipocando dentro da área. É necessário uma boa melhora para deixar a torcida e restante do grupo mais tranquilos durante o jogo.
E pra fechar com chave de ouro a arbitragem fez o seu teatrinho habitual, mostrando que Santa Catarina realmente tem árbitros a altura do Bizarrão 2014: bisonhos, desequilibrados e que se acham os reis do gramado. Está na hora de estudar a terceirização da arbritragem para o próximo ano, de preferência com árbitros qualificados.
O Senhor Ronan conseguiu tornar o gramado em um campo de batalha, enervando os jogadores e marcando faltas até por soprar no cabelo do jogador adversário. Vendo os mandos e desmandos desta persona non grata, Dal Pozzo tal como um maestro regendo a uma orquestra, arrancou das arquibancadas um sonoro "filho da puta" e "ladrão", sendo esta a trilha sonora de sua expulsão.
Moral da História: Ter a palavra nem sempre é sinônimo de verdade e cada um aponta o dedo pro nariz que quiser. Sempre com respeito, é claro.
Foto: Agência RBS
Na comemoração dos gols, Régis posicionou seu dedo indicador sobre a boca em uma apologia aos críticos ferrenhos desta cidade. Se foi direcionada a um torcedor específico, a todos os torcedores ou a imprensa ninguém sabe. O fato é que Régis deu um nó na língua dos narradores e comentaristas esportivos de Chapecó, os quais afirmaram com veemência que tal gesto foi diretamente para eles e desta forma vestiram a carapuça da verdade.
Ainda sobre o time, a atuação dos jogadores foi boa no primeiro tempo. Tudo bem que o Marcílio Dias não é nenhuma Croácia da vida, mas deu seus pulinhos em campo. Já pelos lados do nosso ataque ainda sentimos a falta de um atacante de ofício, que tenha calma, frieza e principalmente habilidade para entrar na área e conseguir alvejar a meta adversária.
A defesa ainda continua batendo cabeça, tanto é que o gol do Marcílio saiu em uma dessas bolas malucas que ficam pipocando dentro da área. É necessário uma boa melhora para deixar a torcida e restante do grupo mais tranquilos durante o jogo.
E pra fechar com chave de ouro a arbitragem fez o seu teatrinho habitual, mostrando que Santa Catarina realmente tem árbitros a altura do Bizarrão 2014: bisonhos, desequilibrados e que se acham os reis do gramado. Está na hora de estudar a terceirização da arbritragem para o próximo ano, de preferência com árbitros qualificados.
O Senhor Ronan conseguiu tornar o gramado em um campo de batalha, enervando os jogadores e marcando faltas até por soprar no cabelo do jogador adversário. Vendo os mandos e desmandos desta persona non grata, Dal Pozzo tal como um maestro regendo a uma orquestra, arrancou das arquibancadas um sonoro "filho da puta" e "ladrão", sendo esta a trilha sonora de sua expulsão.
Moral da História: Ter a palavra nem sempre é sinônimo de verdade e cada um aponta o dedo pro nariz que quiser. Sempre com respeito, é claro.
Foto: Agência RBS

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