| Aranha foi obrigado a ouvir vaias, escutar gracinha de repórter e salvar o Santos (Foto: Marcos Ribolli) |
Respondendo o título: muitas, ao ponto de sonhar com Patito penetrando no jogo. Foi típico confronto para promover o reencontro de Aranha com os torcedores gremistas que, por sua vez, não foi lá dos melhores. Não tinha como evitar algo do gênero. Era isso, ou isso. BrazZzzzZzil.
O modo defensivo do Santos é até válido fora de casa, principalmente contra um forte Grêmio, que pode complicar em qualquer momento, assopro. Mas o que dói nesse time do Santos, ainda, mesmo com a “troca” de técnico, é a improdutividade na ligação dos meias com atacantes. Não tem aproximação, não tem troca de passes, não tem nada de útil. Tem apenas um imenso espaço que representa o tamanho da burrice do Cicinho.
Lucas Lima, o craquinho dos “dibres”, foi metido na volância. SouZzZzZza, colocado para meter passes de qualidade, só meteu dor de cabeça. Arouca era o que mais rendia, mas pouco atacava por conta da marcação. Marcação na qual fez o Leandro Damião, novamente, movimentar-se bastante, jogando atrás do círculo central, nas pontas. Apenas uma breve citação, mas deixando claro que ainda é péssimo.
Robinho não estava no seu dia, Gabriel com seu problema técnico de controlar um objeto redondo em seus pés. Mesmo assim, eram os melhorzinhos, junto ao Zequinha, que tanto atrás, como na frente, foi bem atento e produtivo.
No modo geral, visando o bem do time, o empate foi importante. Dane-se se jogou na retranca, o importante é conquistar algo fora de casa. Já que tem aquela coisinha do Odílio: “o importante é o resultado”, com isso, ele veio. E realmente é o que importa no momento atual santista.
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