A noite estava agradável para um jogo de futebol e apesar do horário, o público compareceu em bom número para entrar em campo com a Nossa Associação.
O primeiro tempo foi bastante truncado, com poucos lances de extremo perigo e com uma Chapecoense aparentemente nervosa diante do Fluminense.
A Chape retornou melhor no segundo tempo e aproveitava os espaços que o tricolor das laranjeiras oferecia, principalmente pela lateral direita com Fabiano. Este, apagado durante o primeiro tempo, fez uma segunda etapa ótima, ao seu melhor estilo.
Então aos 15 minutos, eis que Fabiano efetua um cruzamento de cabeça para o interior da área e camilo aparece como elemento surpresa cabeceando ao fundo do gol adversário.
Após o gol a Chapecoense não se retrancou completamente, adiantou a marcação na tentativa de manter o Fluminense longe da área, gastando o tempo e buscando novamente o gol, inclusive com boas chances para marcar o segundo.
O técnico Celso Rodrigues, não se acomodou e fez substituições inteligentes durante o segundo tempo, mantendo o time ofensivo com o objetivo de evitar um revés similar ao do jogo contra o Atlético Mineiro.
Importante destacar que Bruno Rangel esteve melhor em campo nesse jogo, prova de que não perdeu a característica do matador de 2013.
A arbitragem se apresentou extremamente falha e tendenciosa (característica de todos os árbitros do País): na dúvida sempre favorecia ao time carioca, inclusive nos acréscimos ao final da partida.
Até agora fico me perguntando: aonde que o Fred era jogador de seleção? Se fosse bom realmente teria aproveitado melhor as chances que teve ontem, a propósito esteve um legítimo cone em campo. O mais perigoso do time era Walter, que apesar da forma geométrica que apresenta faz mais do que todo o resto do time. Enfim, todo o ataque do Fluminense é uma caricatura daquilo que foi a algum tempo atrás.
Demérito do Fluminense que jogou mal? Pelo contrário, méritos da Chapecoense que foi inteligente, não procurou jogar de igual para igual com o adversário e aproveitou as oportunidades.
A torcida novamente foi o diferencial, fez sua festa e apoiou o time durante todo o jogo. Ainda bem que não preciso falar para escrever este post, pois a minha voz já era.
Que venha o próximo carioca!
Foto: Sirli Freitas/Agência RBS

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