Até que a morte nos separe

Orgulho maior não há!

Palmeiras, eu prometo estar contigo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te, respeitando-te e sendo-te fiel em todos os dias de minha vida, até que a morte nos separe!

E é com essa frase que dou início a minha segunda passagem no C11. O Palmeiras é um dos maiores amores da minha vida e isso não é novidade para ninguém mas o que muitos não sabem é o que este clube significa para mim e é sobre isso que irei falar hoje. 

Quando era criança, pouco antes de meu avô falecer, lembro-me de contarem que ele estava ouvindo o jogo de seu time do coração, o Palmeiras. Eu sinceramente não ligava para futebol mas depois de seu falecimento, passei a gostar. 

Em 2008, acompanhei a maioria dos jogos do Palmeiras durante o Campeonato Paulista pelo rádio, aquele que meu avô ouvia os jogos, uma relíquia. À medida em que o tempo foi passando, esse amor foi aumentando, aumentando e aumentando. A primeira vez que vi o Palmeiras em campo foi em 2009 lá no Palestra, jogo inesquecível para mim, o primeiro do Paulistão daquele ano. O resultado? Uma goleada sobre o Mogi Mirim.

Anos se passaram e cá estou eu. Tenho muito para recordar do Alviverde, isso é o que me deixa mais feliz e honrado. Obrigado por me fazer sentir isso, Palmeiras! Você é a única razão deste amor inesgotável que, mesmo desgastado por cartolas e marqueteiros, continua vivo e pulsando em meu coração. Tenho certeza que nunca deixarei de te apoiar, mesmo que as vitórias não venham!


AH, MEU DEUS, COMO É BOM SER PALMEIRENSE!
#ForzaPalestra
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Autor: Luiz Felipe de Souza

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