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| Foto: Lucas Colombo/A Tribuna |
Olá leitores do C11, eu sou a Gabrielli Junkes e estou aqui para falar sobre o meu time do coração, o Criciúma. Caso queiram entrar em contato, disponho o meu Twitter e Facebook para mensagens.
O Vitória conseguiu, hoje, quebrar um tabu de 25 anos sem ganhar no Heriberto Hülse. Como sempre, o Criciúma renascendo os mortos. Com um placar amargo de 3 a 1 (golzinho no final, ninguém no estádio muito disposto a comemorar) e expulsão do zagueiro Escudero, foi um dia ruim para a torcida do tricolor catarinense.
O jogo começou frio, como o clima no sul de Santa Catarina. Algumas chances para lá e para cá, e aos 18 minutos de jogo o Vitória inaugura o placar, com a defesa criciumense apenas observando em campo. O Vitória jogou no erro do Criciúma, e o time não erra pouco, o placar está aí para mostrar isso. Houve um pouco de pressão do time, inclusive um lance daqueles inacreditáveis, que sobra pra quatro jogadores e nenhum consegue colocar para dentro. Depois de levar o gol, o tricolor sofreu um "descontrole emocional". Aproximamente aos 37 minutos de jogo, o Tigre levou 4 cartões em 4 minutos, onde dois amarelos para João Vítor e Seginho desfalcam o meio-campo para a próxima partida, e o zagueiro Escudero foi expulso nesse lance, por reclamação. Não sei se é coisa de torcedora que viu o lance no estádio, mas não sei como pode acontecer numa série A de um zagueiro levar cartão amarelo e em seguida ser expulso por reclamação, mesmo sendo o Escudero, um jogador com histórico de "cabeça quente".
No segundo tempo, até que houve algum semblante de reação nos jogadores do Tigre, porém um gol de Baier foi anulado por estar impedido e Silvinho ajeitou o lance com a mão em outra oportunidade. O restante do nosso elenco ou estava numa onda de azar ou é muita falta de treino (o que é mais provável). O Vitória fez mais 1 num lance de escanteio e outro de falta. O gol de Serginho no final da partida não animou nem um pouco a torcida tricolor, e mais uma vez observamos a displicência em contratar jogadores que não rendem aqui, a incompetência no caso Zé Carlos (praticamente acertado porém não rescindiu o contrato nos Emirados Árabes) e, o "apagão" que o time tivera contra o Fluminense, neste jogo parece ter durado 90 minutos. Agora, a próxima partida será São Paulo fora e depois Cruzeiro em casa. Duas partidas difíceis, e com o atual elenco e qualidade, vai ser imensamente complicado.
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