![]() |
| "Vamos reagir minha gente!" |
Não há muito que se dizer sobre o jogo contra o Criciúma, perdemos com um besta, jogando em um gramado encharcado e com um grupo sem tesão.
A Chapecoense praticamente não teve chances de chegar ao gol adversário, e com o futebol apresentado não conseguiu produzir algo que resultasse em finalizações para assustar o Criciúma.
Por outro lado o tigre não jogou nenhum futebol extraordinário, fez apenas o trivial e venceu em casa. Aliás uma vitória que catapultou o time para cima da tabela de classificação, tirando-o do famigerado Z-4.
Nesse mundo do futebol é muito comum todos buscarem culpados para uma má fase, um mau resultado e assim por diante. Nenhum torcedor deste país gosta da derrota, até por que o brasileiro não gosta de futebol ele gosta é de ganhar.
Posso afirmar que o torcedor é a brasa, que muitas vezes está ali quieta sob as cinzas, amuada por um resultado negativo e querendo sempre ganhar. Por outro lado a imprensa é sopro que aviva o fogo e incendia tudo ao seu redor.
A imprensa de Chapecó tem algum problema de bipolaridade extrema, pois alterna da euforia à depressão em questão de alguns jogos. Ela se utiliza de argumentos relacionados à má fase do clube para justificar mágoas e criticar ferrenhamente as decisões tomadas pela direção. Como já disse em outras oportunidades, para criticar é preciso antes aprender a ser criticado.
Vamos analisar friamente duas situações:
1. A situação atual do clube: lanterna da competição, com dois pontos, sem vencer. Todos reclamam que o técnico não escala bem o time pra ser ofensivo, que usa muitos volantes e etc.
2. Se tivéssemos empatado os 6 jogos estaríamos hoje com 6 pontos e todos reclamariam do técnico por que ele é retranqueiro, covarde e que não faz o time jogar pra frente pra ganhar o jogo.
É claro que há jogadores precisando ser realmente substituídos pois não incorporaram o Espírito de Condá e não entenderam o que significa esta Série A para o clube, cidade, região e torcida.
Na minha opinião substituir o comando técnico é algo que pode não surtir o efeito desejado, pois uma boa parte dos jogadores do atual elenco tem uma relação de confiança com o técnico e talvez não produzam o mesmo com outro treinador.
Se essa decisão coubesse a mim, trocaria os jogadores que não estão rendendo o esperado desde o catarinense e manteria o técnico, até por que técnico não joga, apenas escala o que tem disponível no banco. E temos peças no banco que até o momento não disseram por que vieram jogar aqui.
A Chapecoense praticamente não teve chances de chegar ao gol adversário, e com o futebol apresentado não conseguiu produzir algo que resultasse em finalizações para assustar o Criciúma.
Por outro lado o tigre não jogou nenhum futebol extraordinário, fez apenas o trivial e venceu em casa. Aliás uma vitória que catapultou o time para cima da tabela de classificação, tirando-o do famigerado Z-4.
Nesse mundo do futebol é muito comum todos buscarem culpados para uma má fase, um mau resultado e assim por diante. Nenhum torcedor deste país gosta da derrota, até por que o brasileiro não gosta de futebol ele gosta é de ganhar.
Posso afirmar que o torcedor é a brasa, que muitas vezes está ali quieta sob as cinzas, amuada por um resultado negativo e querendo sempre ganhar. Por outro lado a imprensa é sopro que aviva o fogo e incendia tudo ao seu redor.
A imprensa de Chapecó tem algum problema de bipolaridade extrema, pois alterna da euforia à depressão em questão de alguns jogos. Ela se utiliza de argumentos relacionados à má fase do clube para justificar mágoas e criticar ferrenhamente as decisões tomadas pela direção. Como já disse em outras oportunidades, para criticar é preciso antes aprender a ser criticado.
Vamos analisar friamente duas situações:
1. A situação atual do clube: lanterna da competição, com dois pontos, sem vencer. Todos reclamam que o técnico não escala bem o time pra ser ofensivo, que usa muitos volantes e etc.
2. Se tivéssemos empatado os 6 jogos estaríamos hoje com 6 pontos e todos reclamariam do técnico por que ele é retranqueiro, covarde e que não faz o time jogar pra frente pra ganhar o jogo.
É claro que há jogadores precisando ser realmente substituídos pois não incorporaram o Espírito de Condá e não entenderam o que significa esta Série A para o clube, cidade, região e torcida.
Na minha opinião substituir o comando técnico é algo que pode não surtir o efeito desejado, pois uma boa parte dos jogadores do atual elenco tem uma relação de confiança com o técnico e talvez não produzam o mesmo com outro treinador.
Se essa decisão coubesse a mim, trocaria os jogadores que não estão rendendo o esperado desde o catarinense e manteria o técnico, até por que técnico não joga, apenas escala o que tem disponível no banco. E temos peças no banco que até o momento não disseram por que vieram jogar aqui.
Foto: Diego Carvalho - Aguante/Chapecoense

comentar com Facebook