Guria das Gerais #4 | Éramos os últimos invictos

"É só perder um jogo, contra o melhor time do Brasil, o
último campeão, e começam a falar do Gauchão de novo",
desabafa D'ale | Foto: Eduardo D. (GE)
Hoje o Inter enfrenta o temido Chapecoense (sim, sarcasmo) que nem na lanterna do campeonato se encontra mais. Realmente temos que tomar cuidado, afinal, todos sabemos da grandiosa capacidade que o colorado possui de "ressuscitar os mortos" - hoje à noite pode não ser diferente. Até o D'ale concorda ao dizer que o jogo "será muito difícil".

Não vou falar muito e é óbvio que não preciso, o futebol que o Inter vem apresentando fala por mim o quanto é decepcionante possuir um bom elenco que não consegue se impor dentro de campo. Claro que temos desfalques, um deles nos prejudica muito - Aránguiz, mas me faz pensar até que ponto a dependência de determinado jogador é algo positivo, dado os últimos anos em que o Inter sofreu com a "D'aledependência" (escrevi um texto sobre isso, se não me engano em 2011).

Quanto à escalação, Otávio vira desfalque e em seu lugar o guri Eduardo Sasha ganha uma pequena chance de mostrar seu talento (há dois anos atrás era a "jóia do beira-rio", veremos). No último coletivo o colorado treinou com Dida; Diogo, Ernando, Juan e Fabrício; Willians, Wellington, D'Alessandro, Eduardo Sasha, Valdívia; Wellington Paulista. 

O Inter era o último invicto do ano, mas na atual gestão, o Inter não é alguma coisa por muito tempo. Luigi transformou o colorado em algo que não consigo reconhecer. Você, colorado, sabe como me sinto. 

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Autor: Jéssica Loures

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