Quero meu Cruzeiro copero de volta




Não precisa ser com emoção, Cruzeiro (Foto: Paulo Fonseca / Ag. Estado)
Já podemos começar a nos preocupar, hein? Triste. Duas derrotas seguidas apresentando um futebol desprezível. Com a derrota para o time de lá tivemos nossa vantagem diminuída em um ponto. Agora são 10. Ainda líder, mas com sinal de alerta ligado. 

Novamente sem Dedé, o Cruzeiro entrou em campo bastante atordoado. Perdido e abusando de chutões, o time celeste não conseguia criar e passou a primeira etapa inteira sem finalizar. Com um meio campo mal postado e Borges fazendo uma partida ridícula, só Bruno Rodrigo se salvou. O Atlético-MG poderia ter aberto o placar, mas Fábio fez grande jogo, ao contrário de Alecsandro.

Nilton foi meio que forçado a atuar como um terceiro zagueiro. Com isso perdemos nossa principal arma na saída de bola. Toda hora era chutão pra frente e Borges perdeu TODAS para Emerson e Leo Silva. Lucas Silva sumido, recebeu cartão amarelo.

Na volta pra segunda etapa, Marcelo trocou Lucas por Henrique. O time conseguiu assustar, mas seguiu sendo inferior ao adversário. Ricardo Goulart teve a chance, mas parou em Giovani. Everton Ribeiro arriscava, tentava, mas nada dava certo. Time perdeu o ímpeto ofensivo que nos colocou nesta posição de líder isolado. 

O time parecia que estava satisfeito com o empate, e o adversário não nos deixava sair. Cenário parecido com o daquele jogo contra o Flamengo no Maracanã. E não deu outra. Faltando poucos minutos pro fim, Fernandinho - melhor em campo - fez um golaço. Dagoberto teve poucos minutos, mais uma vez...

Precisamos de explicações. Por que, de uma hora pra outra, o time começou a jogar de maneira diferente, contra duas equipes supostamente inferiores? Não dá pra entender. Certo que não venceríamos todas de qualquer jeito, mas um time que estava uma máquina não fez gol em dois times que atuaram com seus goleiros reservas. O time não vem jogando com a mesma raça característica de rodadas atrás. Temos que ter foco no objetivo.

Agora vem o Fluminense, e é obrigação máxima de vitória. Não só pela tabela, mas para a equipe retomar a confiança. A vantagem ainda é grande, mas sem acomodação. Seremos campeões e não se esqueça!


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Autor: Igor Junio

Igor, 18, estudante de jornalismo; fã do Messi e do Agüero. Acima disso: cruzeirense.
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