| Para alívio do rival, Geraldo não aprontou (Foto: Site Oficial Coritiba F.C.) |
Na
tarde deste domingo (06), mais uma história do clássico atleTIBA foi escrita. A
vantagem desta vez era do rival devido ao seu bom momento na competição. E foi
o favoritismo que venceu: 2x1 para o rubro-negro.
Pouco
antes do início do jogo, Alex foi vetado e o Coxa entrou em campo com Vanderlei,
Victor Ferraz, Luccas Claro, Chico, Escudero, Uelliton, Gil, Robinho, Lincoln,
Geraldo e Julio César.
Em um primeiro tempo de começo instável, o Alviverde passou a manter o controle quando percebeu que o rival fazia mais lançamentos que jogadas. E de assustado, passou a assustar quando Robinho sofreu pênalti. Se o coração do torcedor já estava quase fora do peito, piorou quando o juiz mandou voltar a cobrança convertida por Júlio César, acusando invasão. Mas não teve jeito e o placar foi aberto aos 30 minutos, tirando a torcida do Verdão do chão.
Depois do gol, quem se mantinha relativamente melhor ainda era o Coritiba, mas bastou três minutos para o Atlético virar, aos 42 minutos e aos 45, com Paulo Baier. Seria difícil, como já era previsível.
A etapa complementar demorou a começar, devido a uma confusão entre os torcedores do CAP. Mas com a bola rolando, o que houve foram principalmente muitas faltas, que já vinham comprometendo o resultado da partida desde o segundo gol atleticano. E sendo constante, em uma delas Escudero (sempre ele) acabou expulso.
O Cori precisou se segurar com um a menos e só nos minutos finais passou a impor mais ofensividade. Bill teve a chance do empate aos 37 minutos, mas bobeou e levou a torcida à loucura. Vanderlei precisou trabalhar em seguida, mas no apito final o placar ainda era o mesmo construído no primeiro tempo: Atlético 2x1 Coritiba.
Derrota esperada? Infelizmente sim. O futebol apresentado pelos dois clubes é distinto. Mas apesar disso, clássico é clássico e perder nunca é aceitável, ainda mais quando não se está acostumado.
O Coritiba jogou mais que em jogos anteriores, mas não suficiente para contabilizar os primeiros três pontos do segundo turno. A situação está complicada, cada dia mais. O problema não era o técnico (como já havia afirmado aqui nesse mesmo blog), mas agora precisamos trabalhar com o que temos, já que apenas o São Paulo nos separa da zona do rebaixamento.
O próximo desafio é o Santos, quarta-feira, no Couto Pereira. Vencer e nada mais, só isso pode ser cogitado e buscado a partir de agora, porém, pensando jogo a jogo, o Peixe deve ser fisgado primeiro.
Por fim, a frase do Gil: "Cada jogo é uma final no campeonato. Não pode ficar dando desculpinha".
Raça Coxa!
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