Como já visto no jogo contra o Criciúma, a marcação vem sendo o ponto forte das equipes adversárias e contra o Avaí não foi diferente. A equipe da capital buscou fechar a marcação do meio de campo para o ataque, reduzindo os espaços para articulação de jogadas da Chapecoense.
A Chape por sua vez fazia o seu jogo pelas laterais para furar o bloqueio adversário. Logo nos 10 primeiros minutos o Avaí exerceu certa pressão e então veio o golpe que deixou os torcedores preocupados. Em uma dividida de bola, o goleiro Danilo acabou sentindo o ombro e mesmo machucado ainda defendeu o fraco chute em gol do Avaí.
A entrada de Silvio foi em um jogo complicado, porém que serviu para testar as habilidades do mesmo sob pressão e apesar de alguns deslizes acabou salvando a Chape em pelo menos umas 2 chances claras de gol da equipe avaiana.
Então em uma jogada magistral, Wiliam Barbio encontrou Ananias no ponto futuro e este surgiu como que um raio para estufar os cordéis da cidadela avaiana.
A partir daí a Chapecoense passou a contar com os contra ataques e a experiência do elenco para "gastar o tempo" a seu favor. Do começo ao fim do jogo as equipes tiveram poucas chances de gol, e então pesou a qualidade do passe de Barbio para o gol da Chape.
Cem por cento de aproveitamento em quatro jogos e a uma vitória da classificação para o hexagonal. A Chapecoense não venceu esses quatro jogos por sorte, mas sim por competência, dessa forma se firma no topo e vai deixando as demais vagas para os outros clubes se esfaquearem por elas.
Vamos adiante e de pé na Patrola Verde.
Que o Espírito de Condá esteja conosco!
Foto: Associação Chapecoense de Futebol
Twitter: @C11_Chapecoense

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