Sábado, 25 de maio, às 18h30, a Portuguesa entra pela primeira vez em campo nesta Série A, almejando se livrar o quanto antes do rebaixamento e buscando os três pontos e a paz entre os torcedores, que já demonstraram revolta com elenco e diretoria ao trocar o grito de “campeão” por vaias na decisão da Série A2 do Paulista.
O time foi pouco reforçado para o grande objetivo. A diretoria trouxe a experiência, mas, também, a incerteza do goleiro Lauro, ex-Ponte Preta e Internacional, e também aposta no artilheiro da série A2, Romão, assim como em Washington, que se destacou no Campeonato Gaúcho. O torcedor ainda aguarda os tão prometidos reforços de “nome”, que possam nos segurar na Série A e que não façam a Lusa passar uma vergonha igual ou superior a aquele fatídico 13/04/2013, onde nós, apaixonados, vimos nossa honra ser jogada no lixo.
A Portuguesa entra no campeonato sem um treinador, só com um coronel, que assumiu o time na reta final da Série A2 e que terminou o trabalho iniciado por Péricles Chamusca em janeiro, cumprindo sua obrigação e nos dando o título da vergonhosa segunda divisão do estadual, e se garantindo no cargo até a quinta rodada do Brasileirão.
Este também é um ponto como o qual devemos nos preocupar: como aguentar um campeonato tão difícil sem treinador? Pergunte para qualquer torcedor, e ele irá lhe dizer o risco de se começar a competição mais importante do ano sem um nome fixo no cargo. Será que arriscar quinze importantíssimos e essenciais pontos para a Portuguesa vale o risco? Nossos diretores não pensam nas consequências do rebaixamento? Às vezes parece que não...
Mas é isso, guerreiros da arquibancada, que lutam dia e noite por este clube, que não desanimaram na Série A2 e estão contando os minutos para o jogo contra o Vasco. Nossa hora chegou, a hora de mostrarmos nossa força, fazermos a diferença na arquibancada e lutarmos contra tudo e contra todos. Só assim vamos com a Portuguesa em busca do nosso lugar ao sol.
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