A esperada estreia do Brasil na Arena Corinthians será contra a Croácia. Os croatas voltam a um Mundial após sua última participação em 2006. Niko Kovac - então capitão daquela equipe que seria derrotada pelo Brasil na estreia do Mundial da Alemanha - foi o responsável por guiar a Croácia nas eliminatórias. Os croatas ficaram em segundo lugar do grupo A, atrás da talentosa seleção belga.
Na repescagem bateu a Islândia, sofrendo além da conta em Zagreb. O time atua no 4-2-3-1. Destaque para o lateral -direito Srna do Shakthar Donetsk, o meia Luka Modrid do Real Madrid e o centroavante Mandkuzic do Bayern de Munique. O miolo de zaga é formado por Corluka e Simunic, ao passo que na lateral esquerda o experiente Pranjic fecha a linha defesinva. A dupla de volantes é formada por Rakitic do Sevilla e Luka Modric do Real Madrid. A linha de armadores tem o brasileiro Eduardo da Silva como referencia, além de Perisic e Ilicevic pelos lados do campo. O centroavante Mandzukic do Bayern de Munique não poderá enfrentar o Brasil, já que foi expulso no ultimo jogo da repescagem. O seu substituto deverá ser Olic, ex-Bayern de Munique, que hoje defende o Wolsfburg.
Na repescagem bateu a Islândia, sofrendo além da conta em Zagreb. O time atua no 4-2-3-1. Destaque para o lateral -direito Srna do Shakthar Donetsk, o meia Luka Modrid do Real Madrid e o centroavante Mandkuzic do Bayern de Munique. O miolo de zaga é formado por Corluka e Simunic, ao passo que na lateral esquerda o experiente Pranjic fecha a linha defesinva. A dupla de volantes é formada por Rakitic do Sevilla e Luka Modric do Real Madrid. A linha de armadores tem o brasileiro Eduardo da Silva como referencia, além de Perisic e Ilicevic pelos lados do campo. O centroavante Mandzukic do Bayern de Munique não poderá enfrentar o Brasil, já que foi expulso no ultimo jogo da repescagem. O seu substituto deverá ser Olic, ex-Bayern de Munique, que hoje defende o Wolsfburg.
O México, algoz brasileiro nos últimos tempos, chega ao Mundial numa enorme crise. Após o titulo olímpico, uma forte crise se abateu e Jose Manuel de La Torre acabou demitido. A seleção tricolor acabaria atrás de Estados Unidos, Costa Rica e Honduras, tendo que disputar a repescagem de forma vexatória. Foi então que Miguel Herrera, técnico do América - atual campeão nacional - assumiu a bronca. Logo de cara, atendendo a pedidos tanto da imprensa como da torcida azteca, sacou a titularidade dos jogadores que atuam no exterior - Chicharito Hernandez, Andres Guardado, Giovanni dos Santos, Javier Aquino e Guillermo Ochoa - apostando na base do América.
Do time que bateu a Nova Zelândia na repescagem, sete são do América - o goleiro Moises Muñoz, os zagueiros Francisco Rodriguez e Juan Carlos Valenzuela; os alas Miguel Layun e Paul Aguilar; o volante Juan Carlos Medina e o atacante Raul Gimenez. Taticamente, Miguel Herrera montou a seleção mexicana no 3-1-4-2, com o veterano Rafa Marquez como líbero em um defesa completada por Juan Carlos Valenzuela e Francisco Rodriguez. No meio campo, Juan Carlos Medina é o primeiro volante, o cão de guarda, enquanto os meias Luis Montes e Carlos Peña formam uma linha de quatro, junto aos alas Miguel Layun e Paul Aguilar. Nos jogos contra a Nova Zelândia, a dupla de ataque foi formada por Raul Jimenez e Oribe Peralta - carrasco brasileiro ao anotar os dois gols que deram o ouro Olímpico ao México. Fica a pergunta se os badalados jogadores que atuam no exterior voltaram ao time titular. Resposta que encontraremos apenas na próxima data FIFA.
Camarões é o último adversário do Brasil. Nas eliminatórias africanas, os camaroneses lideraram o grupo I com 4 vitorias, 1 empate e apenas 1 derrota, deixando a Líbia e o Congo pelo caminho. Nos play-offs venceu a Tunísia por 4 a 1 no último jogo em casa, selando o passaporte para o Brasil. O time é dirigido por Volker Finke. O técnico alemão agarrou a seleção após um novo fracasso de Camarões nas eliminatórias para a ultima edição da Copa Africana de Nações.
Camarões atua no 4-2-3-1 com Charles Itandje do Kunyaspor da Turquia no gol. A linha de quatro defensiva é formada por Nyom, Chedjou do Galatasaray, Nkolou do Olympique Marseille e Ekotto, ex-Tottenham, atualmente no Queens Park Rangers. No meio campo, Alexander Song do Barcelona e Joel Matip do Schalke 04 formam a dupla de volantes. Na linha de armadores temos Eyong Enoh como extremo direito e Jean Makoon como meia centralizado; Samuel Eto'o, assim como na etapa vencedora de José Mourinho na Internazionale de Milão, vem atuando pela ponta-esquerda, deixando a posição de centroavante para o seu companheiro Pierre Webo.
Do time que bateu a Nova Zelândia na repescagem, sete são do América - o goleiro Moises Muñoz, os zagueiros Francisco Rodriguez e Juan Carlos Valenzuela; os alas Miguel Layun e Paul Aguilar; o volante Juan Carlos Medina e o atacante Raul Gimenez. Taticamente, Miguel Herrera montou a seleção mexicana no 3-1-4-2, com o veterano Rafa Marquez como líbero em um defesa completada por Juan Carlos Valenzuela e Francisco Rodriguez. No meio campo, Juan Carlos Medina é o primeiro volante, o cão de guarda, enquanto os meias Luis Montes e Carlos Peña formam uma linha de quatro, junto aos alas Miguel Layun e Paul Aguilar. Nos jogos contra a Nova Zelândia, a dupla de ataque foi formada por Raul Jimenez e Oribe Peralta - carrasco brasileiro ao anotar os dois gols que deram o ouro Olímpico ao México. Fica a pergunta se os badalados jogadores que atuam no exterior voltaram ao time titular. Resposta que encontraremos apenas na próxima data FIFA.
Camarões é o último adversário do Brasil. Nas eliminatórias africanas, os camaroneses lideraram o grupo I com 4 vitorias, 1 empate e apenas 1 derrota, deixando a Líbia e o Congo pelo caminho. Nos play-offs venceu a Tunísia por 4 a 1 no último jogo em casa, selando o passaporte para o Brasil. O time é dirigido por Volker Finke. O técnico alemão agarrou a seleção após um novo fracasso de Camarões nas eliminatórias para a ultima edição da Copa Africana de Nações.
Camarões atua no 4-2-3-1 com Charles Itandje do Kunyaspor da Turquia no gol. A linha de quatro defensiva é formada por Nyom, Chedjou do Galatasaray, Nkolou do Olympique Marseille e Ekotto, ex-Tottenham, atualmente no Queens Park Rangers. No meio campo, Alexander Song do Barcelona e Joel Matip do Schalke 04 formam a dupla de volantes. Na linha de armadores temos Eyong Enoh como extremo direito e Jean Makoon como meia centralizado; Samuel Eto'o, assim como na etapa vencedora de José Mourinho na Internazionale de Milão, vem atuando pela ponta-esquerda, deixando a posição de centroavante para o seu companheiro Pierre Webo.




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