A falta de bom senso das organizadas

No canto abaixo direito da imagem, o "gordinho" detido (Foto: Google Imagens)

Mais uma tragédia das demais em estádios de futebol no Brasil. Ontem (8), domingo, na Arena Joinville, em Santa Catarina, aconteceu mais um caso de extrema ignorância envolvendo torcidas organizadas. E, de fato, mais uma mancha de grande extremidade em nosso país. O país da Copa™

Não é necessário dizer novamente o que ocorreu na tarde de domingo. Todos sabem. Os jornais mais famosos do exterior também. Algo que também prevemos é que absolutamente nada será resolvido. Como sempre, nada.

“Ah, mais os agressores serão presos” e blá, blá, blá [...]

Três deles foram detidos. Mas, nas imagens, quantos agressores tinham? Três? Hoje a aplicação de punição as torcidas são de modo geral, punindo os torcedores de frequentarem os estádios durante um curto período determinado. Eles voltam. As brigas, confusões, mortes também retornam. O que não volta é a vida da vítima, as famílias, as crianças, e os bons torcedores; até os vendedores de pipoca somem. Tornando-se o público cada vez menor.

Sobre o grave acontecimento em Santa Catarina, o blogueiro do Atlético Paranaense no C11, o menino Murilo Bremer, presenciou a situação e comentou: “Quando eu vi que romperam a parada de proteção, já vi que ia dar merda. Desde quando vou pro jogo, acho que ontem foi a pior coisa que já vi na vida, minha vontade foi de sentar e chorar, porque foi muito triste a parada.”

Será que não existe nenhum tipo de punição que retire, de modo definitivo, as organizadas dos estádios? Tentaram a “lei das carteirinhas” – onde fixavam as informações do torcedor de organizadas, assim, caso ocorra algo grave, punindo o mesmo pela identificação. Não deu certo, nem tentaram. Os clubes gostam de continuar bancando suas torcidas organizadas. É divertido.

Mas... e se acabarem as organizadas? O que acontece? Aqueles torcedores somem? Morrem? Deixam de existir? Provavelmente não. Eles retornam, bancando seu ingresso, sentam, e, em uma oportunidade, voltam a brigar. Dessa vez, em grupo organizado no mesmo momento, ou até antes, mas nada oficialmente criado. Será quase o mesmo, teoricamente. Não tem uma baita solução.

Eu mesmo não sei o que pensar sobre isso, o que resolver, o que sugerir. Talvez seja “irresolvível”, sinceramente não sei. Na UEFA, a lei é mais severa, não sei ao certo. Um “cursinho” de aprendizagem, ou algo relacionado deveria ser sugerido. Não sabemos ao certo, mas, estamos aqui tentando ver alguma reação de uma boa alma na CBF para solucionar esse grande problema no Brasil. Você vai ser um herói, amiguinho.

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Autor: Kayo Lopes

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