Caros palestrinos, trazemos a vocês o quinto episódio da série de entrevistas, programada pelo C11, com grandes palmeirenses que têm boas histórias pra contar. Desta vez, batemos um papo com um torcedor ilustre, Fernando Galuppo (@palestragaluppo), 35 anos, historiador e jornalista, que segue o Verdão em todas às partes.
Qual foi o seu primeiro contato com o Palmeiras?
RESP: Posso afirmar que minha primeira experiência com o Palmeiras aconteceu no ventre da minha mãe. Toda a minha família é palestrina e cresci em meio a essa paixão e sentimento. Entretanto, minha primeira recordação que tenho do Palmeiras no estádio foi em 1987 numa partida entre o Verdão e a Ponte Preta pelo Campeonato Paulista.
Você já fez alguma loucura pelo Verdão?
RESP: A paixão que nutro pelo Palmeiras já é uma loucura. O Verdão é muito mais que um time ou um clube para mim. É um estilo de vida. Já deixei emprego, namorada, amigos, família para seguir o Palmeiras.
Qual foi o primeiro jogo que você foi ao estádio? E o mais inesquecível?
RESP: Minha primeira partida foi entre Palmeiras e Ponte Preta, válida pelo Campeonato Paulista de 1987. O Verdão ganhou por 1 a 0 do time de Campinas, gol marcado pelo atacante Marcelino, no Pacaembu.
Sabemos que você acompanha o Palmeiras em todas modalidades, qual é a sua preferida (além do futebol)?
RESP: Tenho um carinho por todos os esportes que o Palmeiras pratica. Depois do futebol, as minhas paixões são o basquete e o futebol de salão. Modalidades que o Palmeiras tem muita tradição e glórias. O Basquete alviverde ainda é ativo e participa das principais competições estaduais e nacionais. Mas fico muito chateado por ver que o nosso futsal sem um time adulto e que dificilmente retornará as atividades num curto prazo, pois não há iniciativas da instituição para investir nessa modalidade. Uma pena! Afinal, além de sermos o Campeão do Século XX do futebol brasileiro, também ostentamos esse título centenário quando o assunto é futsal.
Dentre tantos craques que jogaram no alviverde, como seria a sua seleção?
RESP: Marcos (G), Djalma Santos, Luis Pereira, Junqueira, Waldemar Fiume, Dudu, Ademir da Guia, Julinho Botelho, Heitor, Evair, Lima. Técnico: Oswaldo Brandão.
Antes de terminar, conte o que é ser palmeirense pra você?
RESP: Expressar sentimentos em palavras é sempre muito difícil, pois falta vocabulário para que possamos revelar e transmitir o que está em nossos corações. Mas, para mim, o Palestra Itália-Palmeiras é a luz mais intensa da minha existência.
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