Era para ter sido o jogo de provarmos a nossa força dentro do Índio Condá, de fazer os adversários tremerem como fora feito com Flamengo e Atlético Mineiro, porém não foi.
Perdemos para o então laterna da competição em um jogo que deveria marcar a continuidade de nossa campanha para nos distanciarmos ainda mais da zona de rebaixamento, porém não foi.
À exceção de alguns lances de perigo, em que os goleiros foram cruciais, a partida se desenhava para o empate, o qual diante das circunstâncias e dada a atuação da Chapecoense contra o Atlético Mineiro, seria péssimo.
Então, eis que aos 40 minutos em uma bola que ficou pipocando na área e nossa defesa somente olhou a definição para o gol do Figueirense. Foi de cortar o tesão.
Me dói dizer isso, mas é a realidade. Pelas circunstâncias do jogo, o adversário mereceu a vitória, pois se propôs a buscá-la com mais afinco. A Chape não impôs um ritmo alucinante de jogo, afinal de contas jogava em casa, e pressionar para buscar o gol adversário.
As poucas chances criadas, paravam nas mãos do goleiro e/ou dificilmente chegavam na área. Quem viu a Chapecoense de quarta e de ontem com certeza teve a sensação que algo se perdeu nesses últimos 4 dias.
O empate teria sido ruim, pois em casa não se admite nada mais que uma vitória e convincente de preferência, porém a derrota foi pior ainda, já que "ressucitou" o Figueirense e tirou a chance que teríamos de nos firmar de fato na posição de número 12 da tabela e manter uma distância razoável para o primeiro integrante da zona de rebaixamento, porém ficamos a apenas dois pontos dela.
Agora é aproveitar a semana, descansar e se preparar para a guerra que vai ser o jogo contra o Vitória. Que voltemos da Bahia pelo menos com um ponto.
Foto: Cleberson Silva/Chapecoense

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