| Foto: Marcelo Pereira / Terra |
Que que pega? Essa é a Série B. Já perdemos a invencibilidade na terceira rodada. O futebol catarinense está dominando. Os quatro times de lá nas quatro primeiras posições. O Palmeiras perdeu a ponta e já caiu para quinto. O motivo? Uma derrota inesperada pela maioria, já acostumada a ser sofrida pelos palmeirenses.
No pré-jogo do blog, feito pelo Lucca Robattino, nosso colunista disse que seria mais um jogo difícil. Para mim, nada mais que um comentário clichê. Mas ele estava certo. Qual o motivo? Jogadores desgastados após a viagem longa para Alagoas? No segundo tempo daquela terça-feira deu para percebê-los diminuindo o ritmo. Salto alto? O adversário havia perdido os dois jogos que havia disputado, não era para ser difícil. Kleina avisou: é um jogo dificil, um adversário tradicional. Não adiantou.
O preço dos ingressos em Itu diminuiu para R$20, um preço ótimo, mas a torcida aumentou pouco. Apenas 7.747 pagantes no Novelli Júnior. E os torcedores que compareceram, reclamaram mais uma vez de Bruno. É "aceitável" a reclamação, mas não dá para culpá-lo em todo lance. O time sofreu um gol de cobrança de lateral - 37 minutos do primeiro tempo. Isso sim é que não dá para aceitar.
Não tivemos Kleber, que marcou um dos gols contra o ASA na terça por motivos de tendinite. Não tivemos também o futebol e nem a criatividade daquele dia. A única coisa que tivemos foram os mesmos gols perdidos de sempre do Kleber. Nos pés de Leandro no primeiro tempo e nos pés de Caio em duas oportunidades no começo da segunda etapa após o mesmo substituir Wesley. Aos 20, saíram Tiago Real e Vinícius, entraram Ronny e Maikon Leite. Não havia expectativa alguma de melhora, e com razão. O placar não mudou, não tivemos nem chances de ao menos empatar.
Terça-feira é o dia da reabilitação. Sem desespero. Adversário difícil, Avaí, terceiro colocado, invicto, mais uma vez em Itu, às 19h30 (de Brasília). Forza!
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