![]() |
| Foto: EFE |
Complicou a vida do Grêmio na
Libertadores. Não tanto pelo adversário, que é limitado, mas pela imensa
dificuldade do Grêmio em fazer gols. Isto vem desde o ano passado.
No jogo de
quarta-feira o Grêmio jogou bem, se postou bem no primeiro tempo, mais
defensivo, para tirar o ímpeto do adversário. A LDU, não achando espaço para
atacar, se limitou a tocar a bola para os lados.
No segundo tempo o tricolor
mudou a postura e avançou a marcação. A LDU não esperava esta mudança e levou
um sufoco, mas a bola não entra. Na única chance que teve, a LDU venceu o jogo,
e leva excelente vantagem para a segunda partida.
Vargas, em que pese o
desentrosamento, sequer sabia o nome dos companheiros, mostrou que é um baita
jogador. Aquele atacante de velocidade que todos os gremistas desejavam.
Para o
segundo jogo certamente os equatorianos virão para segurar o resultado que lhe
interessa a especular o contra-ataque. O tricolor necessita ter cuidados
especiais na cobertura e tentar marcar gol no começo do jogo, pois a medida em
que o tempo passar, virá a intranqüilidade.
A Arena deverá se transformar num
caldeirão, assim como foi, em maio de 2007, o Estádio Olímpico, nas quartas de
finais da Libertadores contra o São Paulo. Aquele jogo é parâmetro para esse.
Texto feito por: Marco Damian

comentar com Facebook