Um dos maiores patrimônios de clube, se não o maior, é o seu torcedor, afinal de contas um clube sem torcida é apenas um negócio, uma empresa.
É quase impossível um clube existir sem uma razão, um propósito. Desde os tempos medievais, o football tem servido como um instrumento de batalha, representando uma cidade ou região e consequentemente seus habitantes em duelos de morte, mas sempre com o intuito de representar e defender as cores de sua bandeira através da vitória.
O clube existe para servir como um representante de cada indivíduo que ocupa espaço nas arquibancadas e também de todos aqueles que vivem na cidade ou região. Serve para externar os sentimentos existentes em cada um de nós e recebe em troca apoio incondicional, em uma verdadeira simbiose.
Nos últimos 9 anos temos visto a ascenção da Associação Chapecoense de Futebol no cenário futebolístico nacional, de onde saltamos da quase extinção para a elite do futebol. Foram anos de grande dificuldade, buscando sempre a permanência nas divisões em que passou e galgando espaço de forma humilde e com muito trabalho.
Todos sabemos da dificuldade que sempre foi ser torcedor da Chapecoense em um região que se mantinha fiel aos clubes da capital gaúcha. Vivíamos em uma crise de identidade futebolística: ora como torcedores de clubes estrangeiros e quando sobrasse um tempinho torcedores da Chapecoense.
Com o crescimento do clube nestes últimos anos, é possível vislumbrar a formação de uma nova geração de torcedores, jovens, crianças e adolescentes que estão crescendo juntamente com a Chapecoense e aprendendo a valorizar o clube como parte de sua identidade regional.
Mesmo que esses novos torcedores já possuam alguma influência familiar para torcer por outro clube, que não a Chape, esta paixão pode estar sendo substituída naturalmente, já que a identificação desse novo indivíduo se dará de forma mais efetiva pelo fator local.
É possível verificar até mesmo nos torcedores mais "antigos" e que teoricamente já possuem uma predileção futebolística por outros clubes, principalmente os da capital gaúcha, tem se rendido a paixão pela Chapecoense e renegando de forma veemente o antigo clube.
Finalmente estamos nos libertando da "grenaldependência" que nunca agregou nada a cidade e região, nos mantendo escravos de uma cultura futebolística arcaica e retrógrada.
É quase impossível um clube existir sem uma razão, um propósito. Desde os tempos medievais, o football tem servido como um instrumento de batalha, representando uma cidade ou região e consequentemente seus habitantes em duelos de morte, mas sempre com o intuito de representar e defender as cores de sua bandeira através da vitória.
O clube existe para servir como um representante de cada indivíduo que ocupa espaço nas arquibancadas e também de todos aqueles que vivem na cidade ou região. Serve para externar os sentimentos existentes em cada um de nós e recebe em troca apoio incondicional, em uma verdadeira simbiose.
Nos últimos 9 anos temos visto a ascenção da Associação Chapecoense de Futebol no cenário futebolístico nacional, de onde saltamos da quase extinção para a elite do futebol. Foram anos de grande dificuldade, buscando sempre a permanência nas divisões em que passou e galgando espaço de forma humilde e com muito trabalho.
Todos sabemos da dificuldade que sempre foi ser torcedor da Chapecoense em um região que se mantinha fiel aos clubes da capital gaúcha. Vivíamos em uma crise de identidade futebolística: ora como torcedores de clubes estrangeiros e quando sobrasse um tempinho torcedores da Chapecoense.
Com o crescimento do clube nestes últimos anos, é possível vislumbrar a formação de uma nova geração de torcedores, jovens, crianças e adolescentes que estão crescendo juntamente com a Chapecoense e aprendendo a valorizar o clube como parte de sua identidade regional.
Mesmo que esses novos torcedores já possuam alguma influência familiar para torcer por outro clube, que não a Chape, esta paixão pode estar sendo substituída naturalmente, já que a identificação desse novo indivíduo se dará de forma mais efetiva pelo fator local.
É possível verificar até mesmo nos torcedores mais "antigos" e que teoricamente já possuem uma predileção futebolística por outros clubes, principalmente os da capital gaúcha, tem se rendido a paixão pela Chapecoense e renegando de forma veemente o antigo clube.
Finalmente estamos nos libertando da "grenaldependência" que nunca agregou nada a cidade e região, nos mantendo escravos de uma cultura futebolística arcaica e retrógrada.

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