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| Foto: clicrbs.com.br |
Dida: 8,5 - Durante o primeiro tempo nem se sabe se ele esteve em campo. Ninguém o viu. A Chapecoense esteve, digamos que, tímida nos primeiros 45 minutos da partida. Já na segunda etapa, e principalmente depois do 2 a 0, a equipe catarinense incomodou a zaga colorada por algumas vezes, fazendo nosso goleiro trabalhar. O camisa 1 fez uma defesa espetacular num lance que viria a ser invalidado, se colocando em forma de "X" à frente do atacante adversário e rebatendo a bola. No que ele pecou foi ao dar um chutão que saiu absolutamente torto e que quase comprometeu a vitória do seu time.
Diogo: 7,0 - Vem eliminando qualquer resquício de saudade que o torcedor colorado tenha do Gilberto. Vai muito bem à frente e nem por isso tem grandes problemas defensivos. É veloz e ágil nos dribles. O lado negativo foi a leve decadência de produção na segunda parte do segundo tempo, pouco antes de ser substituído. Hoje, quem é o lateral direito titular do Inter? Não sei por você, mas a minha resposta começa com "Dio" e termina com "Go".
Ernando: 6,5 - Eficaz quando teve que trabalhar. Nesta partida, formou uma dupla que na teoria é lenta, jogando ao lado do Juan. Porém na prática isto não se aplicou. Não se destacou, mas foi bem.
Juan: 8,0 - Se o Ernando não se destacou, o camisa 4 brilhou por dois. Com a classe de sempre, impecável nos desarmes, sem cometer demasiadas faltas e com bom passe, nosso experiente zagueiro fez um baita jogo.
Fabrício: 8,0 - Buscou ir ao fundo diversas vezes, tanto é que numa destas acertou cruzamento perfeito para o Wellington Paulista, que não perdoou. Como a Chapecoense atacava muito mais pelo lado esquerdo do seu ataque, com o lateral ex-Grêmio Neuton, o Fabrício não foi muito requerido defensivamente. A nota alta se dá pela assistência somada ao fato de o Inter não ter sofrido gol no jogo.
Wellington: 5,5 - Praticamente não trabalhou defensivamente no primeiro tempo, quando tentou ajudar lá na frente, porém não foi muito bem nesta função. No segundo tempo, junto ao Willians, abriu muito espaço para a chegada dos meias adversários. Com isso, quem teve bastante trabalho foi a dupla de zaga.
Willians: 6,0 - Não tem a mesma obrigação do Wellington com relação a marcação, por isso não digo que foi mal no jogo, mas, claro, ele também possui um certo dever na função, e que não foi muito bem cumprido no segundo tempo, como eu disse antes, dando trabalho à dupla de zaga. Por outro lado, cubriu bem as subidas do Diogo.
D'Alessandro: 6,5 - Buscando muita cadência, não acompanhou o ritmo do Valdívia. Não influenciou diretamente no resultado. Mas sem ele o Inter não é o Inter. Só o fato de ele estar em campo deixa a torcida mais tranquila e aposto que os companheiros de equipe também. Tomou um amarelo por birra ainda no primeiro tempo e se envolveu numa forte discussão no segundo. Talvez um árbitro mais severo o expulsasse.
Valdívia: 8,0 - Velocidade, agilidade, noção de posicionamento e tranquilidade o acompanharam no decorrer de sua melhor aparição na temporada. Melhor até que a da partida contra o Botafogo.
Eduardo Sasha: 4,5 - Alguém viu? Ficou o jogo todo escondido na ponta direita sem ver a cor da bola. Quando recebia, tocava pro lado e voltava pro seu canto. Deu uma finalização que gerou certo perigo, ainda no primeiro tempo, e apenas. Nervosismo? Ansiedade? Sabemos que ele joga mais que isso. Ano passado fez um belo Brasileirão pelo Goiás, mas ontem não foi o seu dia.
Wellington Paulista: 9,0 - Esteve lá quando se precisou dele. De algumas 4 ou 5 tentativas, guardou duas. Estaria a torcida colorada gostando de ter o cara que reprovou em 15 peneiras antes de virar profissional como camisa 9?
ENTRARAM:
Leandro: 8,0 - Levantou a torcida quando puxou o primeiro contra-ataque desde que entrou na partida, mostrando qualidade e velocidade, e ainda colocou a bola na cabeça do Wellington Paulista e disse "Faz!", no lance do segundo gol.
Jorge Henrique: 5,5 - Entrou ao mesmo momento que o Leandro, e a partir daí, o Inter só jogou pelo lado direito, o contrário de onde esteve o camisa 23. Pouco pegou na bola. Ajudou em alguns contra-ataques e só.
Cláudio Winck: 6,0 - Entrou nos últimos minutos, a tempo de arriscar um chute de fora da área; uma de suas características. Não foi à altura do Diogo.
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